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Você já ouviu falar de IoT, a Internet das Coisas?

Você já deve ter ouvido o termo IoT, uma abreviação de Internet of Things (Internet das Coisas). Este termo é originário de um trabalho desenvolvido pelo MIT com uso de recursos avançados de tecnologia baseada em wireless, sensores e nanotecnologia que permite que diversos equipamentos estejam interligados à internet para interação e gestão. Um exemplo muito utilizado nas apresentações de IoT é a geladeira conectadas à internet que gera lista de compras de produtos tendo como base a retirada e uso dos produtos nela armazenados.

O que é e como calcular o EBTIDA de minha empresa?

EBTIDA é um indicador global do setor de negócios e é muito utilizado para definição do processo de valuation de uma empresa, ou seja, da definicão de seu valor de mercado. O termo tem como base uma sigla, EBTIDA, que significa Earnings Before Interests, taxes, Depreciation and Amortization (Lucro antes dos Juros, Depreciação e Amortização). Geração operacional de caixa da empresa, sem considerar os efeitos financeiros e de impostos.

Veja abaixo um roteiro para calcular o EBTIDA de sua empresa:

Lucro operacional: subtração, à partir da receita líquida, do custo dos produtos vendidos (CPV), das despesas operacionais e das despesas financeiras líquidas (despesas menos receitas com juros e outros itens financeiros), lembrando que se deve excluir o resultado financeiro.

Depois some o lucro operacional, a depreciação e amortização inclusa no CPV e nas despesas operacionais. A depreciação de um equipamento quantifica a perda de sua capacidade produtiva graças ao uso ou tempo e, portanto, a perda de seu valor para a empresa, sendo esta perda econômica e não financeira, ou seja, não há desembolso efetivo de recursos no período.

Agora acrescente ao EBTIDA a despesa financeira líquida, que foge do escopo de análise do indicador, ou seja, de efetivo desempenho operacional. De forma prática, adicione os juros, depreciação e amortização ao lucro Operacional líquido antes dos impostos.

O que é gestão de sell-in e sell-out?

A gestão de canais pelos fabricantes deve ser sell-in e sell-out e não somente de sell-in. Quando o fabricante vende seus produtos para um canal indireto sem que esteja confirmada a revenda do produto para o cliente final que fará uso dos produtos, consideramos que esta operação é de sell-in. O sell-out acontecerá apenas quando o produto for comercializado para o cliente final. Consulte mais detalhes sobre as melhores práticas em canais indiretos em nosso livros, "A Bíblia de Canais de Vendas e Distribuição" e "Como Vender Valor: O Revolucionário Sistema Venda+Valor para Resolver os Problemas dos Clientes e Vencer".

Qual a diferença entre o VAR e um integrador de soluções?

Temos acompanhado considerável dificuldade de todos os elos da cadeia na compreensão clara da diferença entre os integradores e VARs (Value-added Reseller – Revendedor de Valor Agregado). Por meio do acesso de nosso glossário, acessível livremente pelos usuários do Portal do Canal®, você poderá ter contato com as definições conceituais de cada modelo:integrador, integrador de computadores, integrador de infraestrutura, integrador de soluções e VAR. 

 

Em linhas gerais a principal diferença entre o VAR e o integrador é que o integrador tem a responsabilidade de entregar a solução final ao cliente. O integrador deve integrar os recursos necessários para a solução do problema do cliente final com a garantia de que todos eles funcionarão bem. O VAR tem como função agregar valor a oferta entregue aos clientes finais. Não podemos de nos esquecer que o valor agregado está diretamente relacionado a percepção de valor do cliente final. O valor agregado pode ser pelo conhecimento especializado, atenção, pré-venda e outras milhares de formas, sempre alinhado a percepção do cliente do que realmente é valor para a sua operação.

Qual a diferença entre ano calendário e ano fiscal?

O ano fiscal consiste no período de composição do ano compatível com nosso calendário convencional, onde o ano começa no mês de janeiro e termina em dezembro. Já o ano fiscal Período de composição do ano para os demonstrativos fiscais, ou seja, período de 12 meses, formados por 4 quarters (trimestres) que compõe o exercício fiscal de uma empresa. No Brasil, o ano fiscal adotado pelas empresas brasileiras é idêntico ao ano calendário (janeiro a dezembro), mas em empresas estrangeiras, o ano fiscal pode variar. O ano fiscal da Microsoft, por exemplo, se inicia em julho de um ano e acaba em junho do ano seguinte. 

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